Criminosos brasileiros estão utilizando deepfakes da modelo Gisele Bündchen para criar anúncios falsos que promovem investimentos inexistentes. Esses vídeos enganosos visam roubar dados pessoais e ...
Criminosos brasileiros estão utilizando deepfakes da modelo Gisele Bündchen para criar anúncios falsos que promovem investimentos inexistentes. Esses vídeos enganosos visam roubar dados pessoais e bancários das vítimas. É vital que as pessoas verifiquem a autenticidade de anúncios antes de interagir.
Deepfakes são vídeos ou áudios criados com inteligência artificial que imitam a aparência e a voz de pessoas reais. No caso em pauta, os golpistas utilizam a imagem da modelo Gisele Bündchen para dar credibilidade a anúncios fraudulentos.
Os golpistas criam vídeos falsos que mostram celebridades, como Gisele Bündchen, promovendo plataformas financeiras que não existem. Esses vídeos são compartilhados em redes sociais, como Instagram, levando as vítimas a sites fraudulentos.
Alguns sinais podem indicar que um anúncio é falso:
Para se proteger de fraudes com deepfakes, siga estas dicas:
Empresas e influenciadores devem monitorar o uso indevido de suas marcas e imagens. Além disso, é recomendável contar com suporte especializado em Threat Intelligence e auditorias de reputação digital.
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Deepfakes são conteúdos de mídia (vídeos ou áudios) gerados por inteligência artificial que imitam a aparência e a voz de pessoas reais, criando representações enganosas.
Verifique a autenticidade do conteúdo, desconfie de promessas de lucros rápidos e observe a qualidade geral do vídeo, que pode ser um indicativo de manipulação.
Os principais riscos incluem o roubo de dados pessoais e bancários, além de possíveis prejuízos financeiros ao investir em plataformas fraudulentas.
Desconfie de ofertas que parecem boas demais para ser verdade, verifique a origem dos anúncios e evite fornecer informações pessoais em sites não confiáveis.
Se você suspeitar que caiu em um golpe, entre em contato com seu banco imediatamente, altere suas senhas e denuncie o incidente às autoridades competentes.