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Credenciais vazadas e exposição digital: veja seu domínio como um atacante vê

Monitoramento de credenciais vazadas e exposição digital em um só lugar: 19 verificações não intrusivas por domínio, score de 0 a 100 com nota de A a F e plano de ação passo a passo para Google Workspace ou Microsoft 365 — tudo a partir de fontes públicas.

Plataforma da LC SEC  ·  Login SSO Google ou Microsoft, sem senhas armazenadas  ·  Ambiente isolado por empresa  ·  PT/EN

A exposição digital que ninguém na sua empresa está olhando

Senhas de funcionários vazadas — e a empresa é a última a saber

Credenciais corporativas vazam em brechas de sites de terceiros e vão parar em bases criminosas. Uma senha vazada combinada com um e-mail mal configurado é um convite para invasão de conta e fraude — e, sem monitoramento, ninguém fica sabendo até o prejuízo aparecer.

E-mails falsos enviados em nome do seu domínio

SPF, DMARC e DKIM são registros que dizem ao mundo quais servidores podem enviar e-mail em nome da sua empresa. Quando estão errados ou ausentes, criminosos conseguem se passar por você — é assim que nascem o golpe do boleto e a fraude do CEO. E quase ninguém sabe como está a própria configuração.

Arquivos, subdomínios e certificados esquecidos

Backups e arquivos de configuração com senhas esquecidos no site, certificados prestes a vencer, subdomínios antigos que ninguém desligou: cada item desses amplia a sua superfície de ataque — a soma de tudo que está exposto na internet — sem que ninguém esteja acompanhando.

Score de segurança do domínio: sua exposição em uma nota de A a F

Você cadastra seus domínios com comprovação de propriedade — o link de validação só pode ser confirmado por um e-mail do próprio domínio — e o Orbisec roda um diagnóstico não intrusivo de 19 verificações. Tudo parte de informação pública, sem tocar na sua infraestrutura: é a mesma visão que um atacante teria, colocada a serviço da defesa.

O resultado é um score de 0 a 100 com nota de A a F por domínio, com resumo de itens aprovados, alertas e falhas e severidade em cada achado. O Radar de Exposição consolida o que mais dói: contas vazadas (separando funcionários de clientes), riscos na configuração de e-mail e um plano de ação específico para o seu provedor — Google Workspace ou Microsoft 365.

E a análise de exposição digital não para no seu domínio: o módulo acompanha as páginas de status públicas dos seus fornecedores críticos a cada 30 minutos e, em incidente grave, abre tarefa automaticamente no ClickUp, atualiza com os comunicados e fecha quando o incidente é resolvido. Quando uma ameaça crítica bate com um fornecedor seu, o risco correspondente é criado automaticamente — com alertas por e-mail e no sistema.

Análise de superfície de ataque: o que o Threat Intel verifica

19 verificações não intrusivas por domínio

Configuração de e-mail, certificado TLS (com alerta antes de expirar), cabeçalhos de segurança (headers) do site, detecção de WAF/CDN, subdomínios descobertos via logs públicos de certificados, tecnologias do site com versões expostas e dados de registro do domínio — tudo a partir de fontes públicas.

Score de 0 a 100 e nota de A a F

Cada domínio recebe uma nota objetiva, com resumo de itens aprovados, alertas e falhas e severidade por achado. A pergunta "quão expostos estamos?" passa a ter uma resposta simples de acompanhar e de apresentar à diretoria.

Raio-X do e-mail: SPF, DMARC, DKIM e mais

Verifica SPF, DMARC, DKIM, DNSSEC, MTA-STS, TLS-RPT e MX — os registros que definem quem pode enviar e-mail em nome do seu domínio e se as mensagens trafegam protegidas. Configuração errada aqui é a porta de entrada do golpe do boleto e da fraude do CEO.

Credenciais vazadas e vazamentos de dados conhecidos

Busca contas do seu domínio em bases de credenciais vazadas (DeHashed) e em vazamentos de dados (breaches) catalogados pelo Have I Been Pwned, separando funcionários de clientes, contas com e sem senha exposta e vazamentos recentes.

Radar de Exposição com exportação para Excel

Consolida, por domínio, o que mais dói: total de contas vazadas, provedor de e-mail detectado, vazamentos conhecidos e riscos de configuração de e-mail — um retrato da sua exposição digital pronto para levar à reunião, exportável para Excel.

Plano de resposta para Google Workspace e Microsoft 365

Não é só relatório de problema: o Radar de Exposição entrega um plano de resposta passo a passo para o seu provedor de e-mail, dizendo o que ajustar no painel de administração do Google Workspace ou do Microsoft 365.

Arquivos expostos e vazamentos em repositórios

Testa 26 caminhos sensíveis no seu site (arquivos .env, backups, .git), roda 11 buscas de vazamento no Google (dorks) e procura exposição em GitHub, GitLab e Bitbucket — além de correlacionar o servidor com CVEs recentes (NVD), o catálogo público de vulnerabilidades conhecidas.

Privacidade por padrão no dado vazado

E-mails aparecem sempre mascarados na tela e a senha vazada só é consultada ao vivo, sob demanda — nunca é armazenada nem registrada. O objetivo é forçar a troca da senha, não colecionar dados sensíveis: um argumento forte para a LGPD.

Fornecedores críticos monitorados a cada 30 minutos

Acompanha as páginas de status públicas de fornecedores como Atlassian Statuspage, Google Cloud, AWS e Stripe. Em incidente grave, abre tarefa automaticamente no ClickUp, atualiza com os comunicados e fecha quando resolver — com painel de incidentes dos últimos 12 meses.

Comprovação de propriedade do domínio

Só quem prova que é dono do domínio consegue analisá-lo: o link de validação do cadastro só pode ser confirmado por um e-mail do próprio domínio. E, como cada cliente tem um ambiente isolado na plataforma, sua exposição não fica visível para curiosos.

Por que o Threat Intel é diferente

01

Visão de atacante, postura de defensor

O diagnóstico usa somente fontes públicas e não toca na sua infraestrutura — zero intrusão. Dá para rodar sem medo, sem janela de manutenção e sem pedir autorização especial ao time de infra.

02

Plano de ação por provedor, não só lista de problemas

Apontar a falha é fácil; o difícil é corrigir. O plano de resposta do Radar de Exposição diz, passo a passo, o que ajustar no painel de administração do Google Workspace ou do Microsoft 365 — mesmo um time enxuto de TI consegue executar.

03

Ética no tratamento do dado vazado

E-mails mascarados por padrão e senha nunca armazenada nem registrada: a plataforma trata dado vazado como o que ele é — informação sensível. Um cuidado que pesa a favor da sua empresa na conformidade com a LGPD.

Para quem é o Threat Intel

Para qualquer empresa com domínio próprio e e-mail corporativo — especialmente times enxutos de TI e segurança que não têm uma ferramenta de análise de superfície de ataque. O Threat Intel roda sobre a base comum do Orbisec: ambiente multi-empresa, login corporativo com SSO Google ou Microsoft (sem senhas armazenadas), interface bilíngue em português e inglês, alertas por e-mail e no sistema e trilha de auditoria de toda a atividade.

Perguntas frequentes

Como saber se as senhas da minha empresa vazaram?

Senhas corporativas costumam vazar em brechas de sites de terceiros onde funcionários usaram o e-mail da empresa, e acabam em bases criminosas. A forma prática de descobrir é consultar bases de vazamentos conhecidas a partir do seu domínio. O Threat Intel do Orbisec faz isso automaticamente: busca contas do domínio em bases de credenciais vazadas (DeHashed) e em vazamentos catalogados pelo Have I Been Pwned, separando funcionários de clientes e destacando vazamentos recentes — com os e-mails sempre mascarados na tela.

O que são SPF, DMARC e DKIM e por que preciso me preocupar?

São registros publicados no DNS do seu domínio que dizem ao mundo quais servidores podem enviar e-mail em seu nome e como validar a autenticidade das mensagens. Quando estão ausentes ou mal configurados, criminosos conseguem enviar e-mails que parecem legítimos da sua empresa — é a base do golpe do boleto e da fraude do CEO. O Threat Intel verifica SPF, DMARC, DKIM, DNSSEC, MTA-STS, TLS-RPT e MX e aponta exatamente o que corrigir.

O que é análise de superfície de ataque?

É o mapeamento de tudo que a sua empresa expõe na internet e que um atacante poderia usar: subdomínios, certificados, arquivos acessíveis, tecnologias visíveis, configurações de e-mail e credenciais vazadas. A ideia é enxergar a empresa de fora para dentro, como um invasor faria, e corrigir antes que alguém explore. No Orbisec, esse mapeamento vira um diagnóstico de 19 verificações com score de 0 a 100 por domínio.

Uma varredura de exposição digital pode derrubar ou afetar meus sistemas?

O diagnóstico do Threat Intel, não: ele é não intrusivo e usa apenas informação pública — não toca na sua infraestrutura nem tenta invadir nada. Por isso pode ser executado sem janela de manutenção e sem autorização especial do time de infra. A única exigência é comprovar a propriedade do domínio: o link de validação só pode ser confirmado por um e-mail do próprio domínio.

Como funciona o score de segurança do domínio?

Cada domínio cadastrado passa por 19 verificações — de configuração de e-mail a arquivos expostos e credenciais vazadas — e cada item é classificado como aprovado, alerta ou falha, com severidade. O conjunto vira um score de 0 a 100 com nota de A a F: um número simples para acompanhar a evolução da sua postura de segurança e apresentar à diretoria.

Consultar senhas vazadas de funcionários é compatível com a LGPD?

Dado vazado continua sendo dado pessoal, e o tratamento precisa seguir princípios da LGPD como necessidade e segurança. Por isso o Threat Intel adota privacidade por padrão: os e-mails aparecem sempre mascarados na tela, e a senha vazada só é consultada ao vivo, sob demanda — nunca é armazenada nem registrada. O objetivo é um só: confirmar a exposição para forçar a troca da senha.

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