Análise de superfície de ataque: veja o seu domínio como um atacante vê
O Threat Intel é a análise de superfície de ataque do Orbisec: 19 verificações não-intrusivas sobre o que a internet já sabe da sua empresa (configuração de e-mail, certificados, subdomínios, arquivos expostos e credenciais vazadas), com score de 0 a 100 e um plano de ação por provedor, pronto para executar.

Credenciais vazadas por terceiros
Senhas de funcionários vazam em brechas de outros serviços e vão parar em bases criminosas, e a empresa é a última a saber. Credencial vazada mais e-mail mal configurado é convite para invasão de conta.
E-mail que qualquer um consegue falsificar
SPF, DMARC e DKIM mal configurados permitem enviar e-mails em nome do seu domínio: golpe do boleto, fraude do CEO. Quase ninguém sabe como está a própria configuração.
Exposição que ninguém está olhando
Arquivos sensíveis esquecidos no site, certificados prestes a vencer, subdomínios abandonados, segredos commitados em repositório público. Nada disso aparece sozinho, até alguém explorar.

O que é o Threat Intel do Orbisec
O Threat Intel é o módulo de análise de superfície de ataque da plataforma Orbisec. Ele roda 19 verificações não-intrusivas sobre o que a internet já sabe da sua empresa e devolve score de 0 a 100, nota de A a F e um plano de ação por provedor de e-mail, pronto para executar.
Visão de atacante, postura de defensor: tudo parte de informação pública, sem tocar na sua infraestrutura. Cada domínio passa por comprovação de propriedade antes de qualquer análise, com link de validação de 7 dias que só pode ser confirmado por um e-mail do próprio domínio. É o mesmo motor por trás do diagnóstico gratuito do site.
O que as 19 verificações cobrem:
- Configuração de e-mail: SPF, DMARC, DKIM, DNSSEC, MTA-STS, TLS-RPT e MX
- Certificado TLS com alerta de expiração, headers de segurança e detecção de WAF ou CDN
- Subdomínios via logs públicos de certificados, tecnologias expostas e dados de registro do domínio
- 26 caminhos sensíveis testados no site: .env, .git, backups esquecidos
- 11 buscas por vazamento em fontes públicas e segredos em GitHub, GitLab e Bitbucket
- Credenciais vazadas e correlação com CVEs recentes divulgadas publicamente
O que o módulo olha por você
Cobertura, severidade e frequência declaradas pelo próprio módulo, sem depender de alguém lembrar de checar item por item.
Verificações não-intrusivas por domínio, só com informação pública, em um único diagnóstico.
Nota por domínio, com score de 0 a 100, severidade por item e o resumo de aprovados, alertas e falhas.
Caminhos sensíveis testados no site, de .env e .git a backups esquecidos no servidor.
Buscas por vazamento em fontes públicas, somadas à varredura de segredos em GitHub, GitLab e Bitbucket.
Frequência da verificação das páginas de status dos seus fornecedores críticos.
Feeds públicos de threat intelligence já curados no painel, de alertas de exploração ativa a boletins de fabricantes.
O que mais entra na mesma análise
Além do Radar de Exposição e do painel de fornecedores, o módulo cobre as frentes que costumam ficar sem dono.
SPF, DMARC, DKIM, DNSSEC, MTA-STS, TLS-RPT e MX verificados: a base contra golpe do boleto e fraude do CEO.
Busca por chaves e credenciais expostas em GitHub, GitLab e Bitbucket, além de 11 buscas por vazamento em fontes públicas.
As tecnologias detectadas no seu ambiente são correlacionadas com vulnerabilidades recentes divulgadas publicamente.
Catálogo curado de 10 feeds públicos de threat intelligence, de alertas de exploração ativa a boletins de fabricantes, direto no painel.
Para quem tem domínio próprio, e ninguém olhando a exposição
Qualquer empresa com domínio e e-mail corporativo, especialmente times enxutos de TI que não têm ferramenta de superfície de ataque. Como a análise é 100% não-intrusiva, dá para começar hoje: sem janela de manutenção, sem autorização de infraestrutura, sem instalar nada.
Perfis que mais tiram proveito do módulo:
- PMEs sem ferramenta de superfície de ataque
- SaaS que respondem por dados de clientes
- E-commerce, alvo constante de domínios falsos e phishing
- Escritórios e empresas de serviços com e-mail corporativo próprio
- Times de TI enxutos, que precisam de prioridade e não de mais alerta

Da comprovação do domínio ao plano de ação
Visão de atacante, postura de defensor: tudo a partir de informação pública, sem tocar na sua infraestrutura.
O link de validação, com validade de 7 dias, só pode ser confirmado por um e-mail do próprio domínio: garantia de uso defensivo, nunca para vigiar terceiros.
Configuração de e-mail, certificado TLS com alerta de expiração, headers de segurança, WAF ou CDN, subdomínios via logs públicos de certificados, tecnologias expostas, dados de registro do domínio, 26 caminhos sensíveis, 11 buscas por vazamento, segredos em repositórios públicos, credenciais vazadas e correlação com CVEs recentes.
Score de 0 a 100 e nota de A a F, com aprovados, alertas e falhas por severidade. O Radar consolida o que mais dói: contas vazadas de funcionários e de clientes, risco da configuração de e-mail e o provedor detectado, com export para Excel.
Plano de resposta passo a passo para Google Workspace ou Microsoft 365: o que clicar, em qual tela do admin, em que ordem. Rode o diagnóstico de novo quando quiser e compare a evolução da nota.
Exposição do domínio e risco de fornecedores no mesmo painel
As imagens são telas reais do módulo, com os dados sensíveis desfocados. Na plataforma, os e-mails aparecem sempre mascarados.

Radar de Exposição com playbook por provedor
Contas vazadas separadas entre funcionários e clientes, risco da configuração de e-mail e um plano de resposta específico para Google Workspace ou Microsoft 365, exportável em Excel para distribuir ao time.
Rodar o diagnóstico gratuito ›
Monitoramento das páginas de status dos fornecedores
Páginas de status verificadas a cada 30 minutos (Atlassian Statuspage, Google Cloud, AWS e Stripe), histórico de incidentes de 12 meses e score de risco de 0 a 100 em 4 pilares por fornecedor: acesso a dados, conformidade, histórico de segurança e impacto de negócio. Em incidente grave, com a integração ClickUp configurada, a tarefa abre e se atualiza sozinha.
Agende uma demonstração ›Verificadores gratuitos vs. Orbisec Threat Intel
Dá para checar SPF em um site, certificado em outro e vazamento em um terceiro. O que não dá é juntar tudo, priorizar e saber o que fazer.
Cobrir a superfície inteira: uma ferramenta para cada item, resultado espalhado.
Priorizar o que corrigir: lista sem severidade nem contexto.
Saber como corrigir: “configure o DMARC”, e boa sorte.
Tratar vazamento com ética: senhas expostas na tela.
Vigiar os fornecedores críticos: ninguém olha as páginas de status.
Repetir e comparar: resultado perdido em prints.
Cobrir a superfície inteira: 19 verificações em um único diagnóstico.
Priorizar o que corrigir: score de 0 a 100, nota de A a F e severidade por item.
Saber como corrigir: playbook passo a passo para Google Workspace ou Microsoft 365.
Tratar vazamento com ética: e-mail mascarado e senha nunca armazenada.
Vigiar os fornecedores críticos: verificação a cada 30 minutos e score de risco em 4 pilares.
Repetir e comparar: rode de novo quando quiser e compare a nota.
Feito por quem responde a incidente
O Threat Intel nasceu dentro da operação da LC SEC: é o mesmo motor que roda o diagnóstico gratuito do site e o mesmo que os nossos consultores usam para abrir conversa com uma empresa nova. Por isso ele não para no problema encontrado, ele entrega o passo a passo da correção.
- Uso estritamente defensivo: nenhuma análise roda antes da comprovação de propriedade do domínio
- Privacidade por padrão no tratamento de credenciais vazadas, com e-mail mascarado e senha nunca armazenada
- Playbook de resposta específico para Google Workspace ou Microsoft 365, com export em Excel
- Continuidade com o serviço de Threat Intelligence da LC SEC, quando a empresa quer análise e acompanhamento contínuo do nosso time
- Complemento natural do pentest: a análise mostra o que a internet já sabe, o teste prova o que dá para explorar
- Um módulo da plataforma Orbisec, com o mesmo painel, o mesmo SSO e a mesma trilha de auditoria dos demais módulos

Comece pelo diagnóstico gratuito do seu domínio
Em minutos você recebe a nota do seu domínio, com as verificações que mais pesam no score.
E um especialista da LC SEC pode apresentar o Threat Intel completo, sem compromisso.
Alertas de cibersegurança direto no Telegram
Vazamentos, vulnerabilidades críticas e tendências, com curadoria diária da nossa equipe de threat intel. Entre no canal oficial e fique à frente das ameaças.
Perguntas frequentes (FAQ)
1 – O que é superfície de ataque e como reduzi-la?+
Superfície de ataque é tudo o que a sua empresa expõe na internet e que um atacante pode tentar explorar: domínios e subdomínios, configuração de e-mail, certificados, arquivos esquecidos no site, credenciais vazadas em brechas de terceiros. Reduzi-la começa por enxergá-la, e é isso que o diagnóstico de 19 verificações do Threat Intel entrega, com um plano de ação priorizado por severidade.
2 – Qual a diferença entre análise de superfície de ataque e pentest?+
O pentest é um teste ativo e autorizado, que tenta explorar falhas dentro do escopo definido. A análise de superfície de ataque é passiva: usa só informação pública, sem tocar na sua infraestrutura, por isso pode rodar sem janela de manutenção e sem autorização especial. Uma não substitui a outra: a análise mostra o que a internet já sabe sobre você, o pentest prova o que dá para explorar.
3 – Como saber se os dados da minha empresa foram vazados?+
O Threat Intel consulta bases de credenciais vazadas e o histórico público de brechas para o seu domínio, separando contas de funcionários e de clientes, com e sem senha exposta. Os e-mails aparecem sempre mascarados na tela, e a senha vazada só é consultada ao vivo, sob demanda: nunca é armazenada nem registrada. O objetivo é forçar a troca, não colecionar senhas.
4 – O que fazer quando credenciais da empresa vazam?+
Trocar as senhas expostas, revogar sessões ativas e reforçar o MFA: nessa ordem e rápido. O Radar de Exposição já entrega o playbook de resposta passo a passo para o seu provedor de e-mail, Google Workspace ou Microsoft 365, indicando exatamente o que clicar no painel de administração. E o relatório sai em Excel para distribuir ao time.
5 – O que é o score de segurança e como ele é calculado?+
Cada domínio recebe um score de 0 a 100 e uma nota de A a F, calculados a partir das 19 verificações (configuração de e-mail, TLS, headers de segurança, exposição de arquivos, vazamentos e mais), com o resumo de aprovados, alertas e falhas e a severidade de cada item. É o número que transforma a pergunta "estamos expostos?" numa conversa objetiva com a diretoria.
6 – A análise pode derrubar ou afetar meus sistemas?+
Não. As 19 verificações são não-intrusivas: usam apenas informação pública, como DNS, certificados, headers HTTP, logs públicos de certificados, buscadores e bases de vazamento. Nada de scanner agressivo, nada de credencial, nada de agente instalado. Por isso o diagnóstico pode rodar a qualquer momento, inclusive antes de existir qualquer projeto formal de segurança.
7 – Como funciona o monitoramento de fornecedores?+
Você cadastra os fornecedores críticos e a plataforma acompanha as páginas de status públicas deles (Atlassian Statuspage, Google Cloud, AWS e Stripe) a cada 30 minutos, além do histórico de incidentes dos últimos 12 meses. Cada fornecedor recebe um score de risco de 0 a 100 em 4 pilares: acesso a dados, conformidade, histórico de segurança e impacto de negócio. Em incidente grave, com a integração ClickUp configurada, a plataforma abre a tarefa automaticamente e a atualiza até resolver.
8 – Só posso analisar domínios que são meus?+
Sim, e isso é proposital. Cada domínio passa por comprovação de propriedade antes de qualquer análise: o link de validação, com validade de 7 dias, só pode ser confirmado por um e-mail do próprio domínio. É a garantia de que a ferramenta é usada para defesa do seu ambiente, não para vigiar terceiros.
