O Pentest Hub transforma o relatório em um portal vivo de gestão de vulnerabilidades: cada falha vira um item rastreável com dono, status e evidências — do teste ao reteste, com laudo verificável por quem exigiu o pentest.
Plataforma da LC SEC · Login SSO Google ou Microsoft, sem senhas armazenadas · Ambiente isolado por empresa · PT/EN
Um cliente grande, parceiro, auditoria ou regulador pediu um teste de intrusão (pentest) como condição para fechar ou manter contrato. Não basta fazer o teste: é preciso provar o resultado e mostrar que o que foi encontrado foi corrigido.
O formato tradicional de entrega é um relatório em PDF por e-mail: difícil de distribuir para o time técnico, impossível de acompanhar e sem histórico quando chega a hora do reteste. O conhecimento do teste se perde no anexo.
Das falhas críticas apontadas, quantas continuam abertas? Quem é o responsável por cada correção? Quando o pentest vive num documento estático, essas perguntas simples não têm resposta rápida — e a gestão de vulnerabilidades vira caça ao e-mail.
O Pentest Hub é um portal de pentest completo, compartilhado entre a equipe da LC SEC — que executa o teste — e a sua empresa, que acompanha e corrige. O projeto avança por fases claras: Em andamento, Pré-relatório, Relatório entregue, Em correção, Reteste e Concluído. Em vez de um parágrafo perdido num PDF, cada vulnerabilidade vira um item rastreável com dono, status e evidências.
Cada achado (finding) traz severidade — de Crítica a Informativa —, pontuação CVSS (o padrão de mercado que mede a gravidade de uma falha em uma escala numérica), categoria OWASP (a plataforma trabalha com 14 categorias), ativo afetado, impacto, passos para reproduzir e recomendação de correção. O status por item mostra exatamente onde cada falha está: aberta, em correção, corrigida, risco aceito, falso positivo ou reaberta.
A plataforma cobre 7 tipos de teste e funciona sobre a base comum do Orbisec: ambiente isolado por empresa, login corporativo via SSO Google ou Microsoft (sem senhas armazenadas), interface em português e inglês, alertas por e-mail e no sistema e trilha de auditoria de tudo o que acontece.
Aplicação web, API, mobile, infraestrutura, engenharia social, redes sem fio (wireless) e cloud — todos os projetos gerenciados no mesmo lugar, com as mesmas fases e o mesmo padrão de acompanhamento.
Cada finding tem severidade, pontuação CVSS, categoria OWASP, ativo afetado, passos para reproduzir e recomendação de correção — com status individual: aberto, em correção, corrigido, risco aceito, falso positivo ou reaberto.
Toda evidência — do teste, da correção ou do reteste — é armazenada com hash criptográfico, uma impressão digital do arquivo. Se alguém trocar o anexo depois, a alteração deixa rastro.
Ao importar o relatório da ferramenta de scan (ex.: Qualys), uma IA revisa a lista extraída, consolida duplicatas e descarta falsos positivos. Sua equipe recebe uma lista limpa de itens de trabalho, não ruído.
Um chat especializado no contexto de cada finding explica a falha em linguagem executiva ou técnica e orienta a correção. É focado: só fala daquela vulnerabilidade.
Você solicita o reteste pelo portal; ao subir o novo relatório, o sistema compara com o anterior — marca como corrigidas as falhas que sumiram, aponta as que continuam abertas e destaca as novas. O resultado chega por e-mail automaticamente.
Laudo em PDF ou DOCX com código de verificação e hash SHA-256. Quem recebe o documento valida a autenticidade na plataforma: o arquivo é conferido contra o hash registrado — se foi alterado, acusa.
Vulnerabilidades viram tarefas na ferramenta que o seu time já usa, com conexão via OAuth ou token e sem duplicar itens já exportados.
Falhas críticas e altas geram riscos automaticamente no módulo de riscos, com prazo (SLA) por severidade, e findings podem ser vinculados a controles de frameworks como a ISO 27001 — o pentest alimenta o seu programa de GRC.
O administrador da sua empresa convida e desativa os próprios usuários, com papéis separados para quem só acompanha e quem administra. Quando todas as vulnerabilidades são corrigidas, uma pesquisa de satisfação (NPS) é disparada automaticamente.
Hash SHA-256 e código de verificação respondem à pergunta de quem pediu o pentest: "como sei que esse laudo é legítimo?". Qualquer pessoa com o documento valida a autenticidade na plataforma — sem depender de e-mail ou telefone.
Transparência total do que foi corrigido: o sistema compara o novo relatório com o anterior e mostra o que fechou, o que continua aberto e o que apareceu de novo — sem conferência manual.
Uma IA limpa o relatório importado, consolidando duplicatas e descartando falsos positivos; outra atua como assistente dentro de cada vulnerabilidade, explicando a falha e orientando a correção. IA onde economiza tempo de verdade.
Para empresas que precisam de pentest por exigência de cliente, parceiro, auditoria ou regulador — e precisam provar o resultado — e para times de segurança que querem sair do "PDF por e-mail". O serviço e a plataforma se complementam: a LC SEC executa o teste de intrusão, e o Pentest Hub do Orbisec gerencia o ciclo de vida completo, da primeira vulnerabilidade ao laudo verificável.
É um software que gerencia o ciclo de vida completo de um teste de intrusão, em vez de encerrá-lo num relatório estático. Nela, cada vulnerabilidade encontrada vira um item rastreável, com responsável, status e evidências, e o processo segue até o reteste e o laudo final. No Pentest Hub, o projeto passa pelas fases Em andamento, Pré-relatório, Relatório entregue, Em correção, Reteste e Concluído.
O pentest é o serviço: especialistas simulam um ataque real para encontrar falhas de segurança. A plataforma de gestão é o que acontece depois: distribuir os achados para o time, acompanhar correções, executar o reteste e emitir o laudo. No caso da LC SEC, os dois se complementam — a equipe executa o teste e o Pentest Hub do Orbisec gerencia todo o ciclo de vida.
O Pentest Hub gerencia 7 tipos de teste no mesmo portal: aplicação web, API, aplicativo mobile, infraestrutura, engenharia social, redes sem fio (wireless) e cloud. Todos seguem as mesmas fases e o mesmo padrão de acompanhamento, com cada vulnerabilidade rastreada com dono, status e evidências. O tipo certo depende de onde está o risco do seu negócio — muitas empresas combinam mais de um.
Um laudo confiável precisa ser verificável por quem o recebe. No Pentest Hub, cada laudo sai com um código de verificação e um hash SHA-256 — uma impressão digital única do arquivo. Quem recebe o documento usa o código na plataforma, que confere o arquivo contra o hash registrado: se houve qualquer alteração, a verificação acusa.
O reteste é uma nova rodada de verificação, feita depois que a equipe corrige as vulnerabilidades apontadas no teste original, para confirmar que as correções funcionaram. No Pentest Hub, o cliente solicita o reteste pelo portal e o sistema compara automaticamente o novo relatório com o anterior: marca as falhas corrigidas, aponta as que continuam abertas e destaca as novas — com o resultado enviado por e-mail.
O ponto de partida é a severidade (Crítica, Alta, Média, Baixa e Informativa) e a pontuação CVSS, o padrão de mercado que mede a gravidade de uma falha numa escala numérica. Críticas e altas vêm primeiro. No Pentest Hub, as falhas críticas e altas geram riscos automaticamente, com prazo (SLA) por severidade, e cada item tem dono e status — a priorização vira rotina de gestão, não debate.
BACEN, CVM, SUSEP e ANPD monitorados todos os dias, com triagem por IA.
ISO 27001, SOC 2 e auditorias com score em tempo real — sem planilha.
Sua página pública de segurança e conformidade, com NDA e aprovação.
Credenciais vazadas e exposição do domínio, com score 0–100 e plano de ação.
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