A ONU está prestes a assinar um novo tratado global sobre crimes cibernéticos em 2025, visando combater o cibercrime e promover a cooperação internacional. No entanto, há preocupações sobre a possi...
A ONU está prestes a assinar um novo tratado global sobre crimes cibernéticos em 2025, visando combater o cibercrime e promover a cooperação internacional. No entanto, há preocupações sobre a possibilidade de vigilância excessiva e restrições aos direitos digitais, dependendo da implementação do acordo pelos países signatários.
A ONU anunciou que o novo tratado global sobre crimes cibernéticos será assinado em Hanói, no Vietnã, em 2025. O acordo busca criar uma base internacional para combater o cibercrime e fortalecer a cooperação entre países.
O tratado prevê que os países signatários colaborem no intercâmbio de informações sobre ataques cibernéticos, investigação conjunta de incidentes e extradição de suspeitos de crimes digitais. A proposta é fortalecer a resposta global contra atividades como ransomware, fraudes financeiras, invasões a sistemas governamentais e disseminação de desinformação.
Organizações de direitos humanos alertam que alguns trechos do acordo podem permitir vigilância excessiva, censura e uso político de investigações digitais, especialmente em regimes autoritários. A ausência de salvaguardas claras sobre privacidade e liberdade de expressão levanta questões sobre o equilíbrio entre segurança e direitos civis no ambiente digital.
Dica de prevenção:
Empresas devem acompanhar de perto os desdobramentos desse tratado, pois novas legislações podem impactar auditorias, investigações e compartilhamento de dados digitais.
O sucesso do pacto dependerá da forma como cada país implementará as medidas. A transparência, supervisão independente e respeito a normas internacionais de proteção de dados são essenciais para garantir que o acordo fortaleça a cibersegurança sem comprometer a privacidade.
O tratado visa criar uma base internacional para combater o cibercrime e facilitar a cooperação entre países signatários.
Existem preocupações sobre a vigilância excessiva, censura e a possibilidade de que investigações digitais sejam usadas politicamente, especialmente em regimes autoritários.
As empresas devem monitorar as atualizações do tratado, adotar políticas internas de conformidade e implementar boas práticas de segurança da informação.
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