Mais de 80% dos líderes de TI acreditam que a inteligência artificial (IA) está tornando os ataques cibernéticos mais sofisticados. As empresas devem reagir investindo em capacitação, ferramentas d...
Mais de 80% dos líderes de TI acreditam que a inteligência artificial (IA) está tornando os ataques cibernéticos mais sofisticados. As empresas devem reagir investindo em capacitação, ferramentas de detecção baseadas em IA e adotando práticas de segurança como autenticação multifator.
Uma nova pesquisa divulgada pela Cybersecurity Dive revelou que mais de 80% dos líderes de tecnologia e segurança da informação acreditam que a inteligência artificial (IA) está tornando os ataques cibernéticos mais sofisticados e difíceis de detectar. O levantamento, que envolveu executivos de grandes empresas na América do Norte, Europa e América Latina, mostra uma crescente preocupação com o uso de IA por cibercriminosos para automatizar fraudes, gerar códigos maliciosos e conduzir ataques de engenharia social em larga escala.
Entre os principais temores estão os golpes baseados em deepfakes — vídeos e áudios falsos que imitam vozes de executivos e funcionários — e a criação automática de e-mails de phishing altamente personalizados. A pesquisa também indica que quase metade das empresas entrevistadas já enfrentou algum incidente com elementos de IA generativa, como ataques automatizados de credenciais ou campanhas de desinformação direcionadas a funcionários e clientes.
Outro dado relevante é que 7 em cada 10 líderes afirmam que suas equipes não estão totalmente preparadas para lidar com ameaças impulsionadas por IA, seja por falta de treinamento ou ausência de ferramentas avançadas de detecção.
Especialistas alertam que o mesmo potencial da IA usado por criminosos pode e deve ser aplicado na defesa digital, desde que com políticas éticas, governança clara e supervisão humana contínua.
Dica de prevenção:
Empresas devem investir em capacitação de equipes, implementar mecanismos de detecção baseados em IA e adotar autenticação multifator e análise comportamental. Revisar políticas de resposta a incidentes e simular ataques com IA também são práticas recomendadas para elevar a maturidade em segurança.
Os principais ataques incluem fraudes baseadas em deepfakes e phishing automatizado altamente personalizado.
As empresas podem se preparar investindo em capacitação de equipes e implementando práticas de segurança robustas.
A autenticação multifator é crucial para proteger acessos, pois adiciona uma camada extra de segurança contra tentativas de invasão.
A IA pode ser aplicada na defesa digital para identificar padrões anômalos e responder rapidamente a ataques que evoluem de forma autônoma.
Revisar políticas de segurança, simular ataques e investir em ferramentas de detecção são práticas que ajudam a elevar a maturidade em segurança da informação.
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