ShinyHunters afirma ter obtido mais de 2,2 milhões de registros ligados à empresa.
A Kodak confirmou que um terceiro teve acesso temporário e não autorizado a um conjunto limitado de dados. O grupo ShinyHunters afirma ter roubado mais de 2,2 milhões de registros, entre informações pessoais de clientes e dados internos. A empresa diz investigar com especialistas externos e afirma não haver ameaça contínua aos sistemas.
Em 18/06/2026, a Kodak confirmou um incidente de segurança que envolveu acesso temporário e não autorizado a um conjunto limitado de dados por um terceiro. O detalhe que mais chama atenção é a alegação do ShinyHunters: o grupo diz ter roubado mais de 2,2 milhões de registros.
Pela versão divulgada, esses registros reuniriam informações pessoais de clientes, conhecidas como PII, além de dados internos. PII é o conjunto de dados capaz de identificar uma pessoa, como informações cadastrais e outros detalhes pessoais. A Kodak afirma que investiga o caso com o apoio de especialistas externos.
O caso tem dois lados. De um, a confirmação da Kodak: houve acesso indevido, mas a empresa classificou o alcance como limitado e temporário. De outro, a alegação do ShinyHunters, que diz ter em mãos uma base com mais de 2,2 milhões de registros e ameaçou divulgar tudo caso não houvesse contato até 18/06.
Com base apenas nas informações disponíveis, ainda não há detalhe público sobre o método usado no acesso, quais sistemas foram atingidos ou quais campos exatos estavam nos registros. A Kodak também declarou que não há ameaça contínua aos seus sistemas.
Mesmo sem confirmação pública sobre quais dados foram expostos, clientes devem redobrar a atenção com golpes que usam o nome da Kodak. Alguns sinais merecem suspeita imediata:
Quando informações pessoais circulam fora do controle da empresa, o principal risco é justamente o uso desses dados para enganar clientes e funcionários.
Para clientes, a palavra de ordem é cautela. Evite clicar em links recebidos por mensagens inesperadas, desconfie de contatos que invoquem o nome da Kodak e acompanhe somente os comunicados oficiais. Quem mantém conta ou relacionamento com a empresa deve revisar senhas reutilizadas e ativar alertas nos serviços relevantes.
Para empresas, o episódio reforça a necessidade de uma resposta a incidentes ágil, de um registro claro sobre o que foi acessado e de comunicação objetiva com os clientes. Monitorar menções à marca em fóruns e canais onde dados roubados costumam ser anunciados também faz parte do trabalho.
A Kodak confirmou acesso temporário e não autorizado a um conjunto limitado de dados. A alegação de roubo de mais de 2,2 milhões de registros é atribuída ao ShinyHunters.
Segundo a alegação do ShinyHunters, os dados incluem informações pessoais de clientes e dados internos. Não há informação pública sobre quais campos específicos estavam nos registros.
De acordo com o que foi divulgado, a Kodak afirma que não há ameaça contínua aos sistemas e que a investigação segue com especialistas externos.
Casos como o da Kodak mostram por que identificar acessos indevidos, monitorar ameaças externas e ter uma resposta clara faz diferença antes que dados sensíveis virem matéria-prima de golpes ou extorsões.
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Fontes:
Resumo fornecido na entrada