Falhas apontadas no chatbot de IA da Eurostar acendem um alerta importante para empresas e consumidores: até ferramentas criadas para atender melhor podem virar porta de entrada para golpes e vazamentos. Segundo a notícia, especialistas chamam atenção para riscos crescentes quando chatbots e outros recursos com IA são colocados no ar sem testes e controles suficientes, já que eles lidam com dúvidas, pedidos e, muitas vezes, informações sensíveis durante o atendimento. Quando há brechas, criminosos podem tentar manipular respostas, induzir o sistema a expor dados, ou usar o canal para enganar usuários com orientações falsas, links maliciosos e solicitações indevidas. O impacto vai além da tecnologia: afeta a confiança na marca, pode gerar interrupções no serviço e abre espaço para prejuízos financeiros e reputacionais. A lição principal é que IA não elimina a necessidade de segurança; ela aumenta a responsabilidade sobre validação, monitoramento e regras claras do que o chatbot pode acessar e responder. Dica de prevenção: nunca compartilhe senhas, códigos de verificação ou dados de pagamento em chats, mesmo que pareçam oficiais. Em caso de dúvida, encerre o atendimento e confirme por canais verificados no site ou aplicativo. No geral, o caso da Eurostar mostra como a segurança precisa acompanhar a inovação desde o início. Para reduzir riscos em projetos com IA e atendimento digital, conheça os serviços da LC SEC: Pentest, Threat Intelligence com IA, Auditoria Interna, Conscientização, Plano Diretor de Segurança e SGSI (políticas/processos/procedimentos). lcsec.io
Fontes: CySecurity News – https://www.cysecurity.news/2026/01/eurostars-ai-chatbot-exposed-to.html

