Um grupo de cibercriminosos conseguiu, em 1º de julho de 2025, invadir a conta de reserva de instituições financeiras mantida junto ao Banco Central, subtraindo cerca de R$ 1 bilhão. O ataque explorou falhas na infraestrutura da prestadora C&M Software, usada pela empresa BMP, que oferece serviços de banking as a service
Esse incidente expõe a gravidade dos riscos enfrentados por bancos e fintechs que dependem de provedores terceirizados. Além de afetar diretamente as finanças, ameaças desse tipo geram dúvidas sobre a segurança desse modelo de negócios.
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Origem do ataque: ocorreu na tarde de 1º de julho de 2025, quando invasores identificaram e exploraram uma vulnerabilidade na C&M Software Impacto imediato: mais de R$ 1 bilhão foram retirados da conta de reserva via BMP
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Cobertura do prejuízo: segundo o Banco Central, a BMP possui colateral suficiente para cobrir o montante roubado, evitando perdas diretas aos clientes
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Consequência no setor: esse incidente reforça a urgência de revisão nas práticas de segurança de prestadores de serviços financeiros e estimula iniciativas regulatórias mais rígidas .
Para evitar ou mitigar ataques similares, as empresas devem auditar regularmente suas conexões com prestadoras terceirizadas. Isso inclui:
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Realizar testes de intrusão e revisão de código.
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Implantar monitoramento em tempo real, com alertas para acessos ou transações suspeitas.
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Adotar isolamento de sistemas críticos, com múltiplas camadas de autenticação e criptografia.
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Exigir que prestadores mantenham planos de resposta a incidentes e testes frequentes de contingência.
O ataque que levou ao roubo de R$ 1 bilhão da conta de reserva do Banco Central demonstra que, mesmo com sistemas consolidados, a segurança de terceiros pode ser o elo mais vulnerável.
Empresas devem intensificar controles, monitoramento e auditorias em seus fornecedores. Para proteger seus ativos digitais e garantir a confiança dos clientes, conte com a LC SEC.
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