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Brightspeed investiga vazamento: entenda como se proteger agora

Brightspeed voltou aos holofotes após investigar um suposto vazamento, em um momento em que um único grupo criminoso estaria ligado a dezenas de invasões envolvendo plataformas de compartilhamento de arquivos na nuvem. Esse tipo de incidente costuma começar com algo simples: alguém recebe um link ou arquivo aparentemente legítimo, acessa um serviço conhecido e, sem perceber, abre caminho para coleta de credenciais e exposição de dados. Segundo o relato, também circula uma campanha chamada “ClickFix”, que usa páginas falsas com aparência de tela azul de erro para induzir a pessoa a “corrigir” o problema com cliques, criando uma situação de pressão e urgência que favorece o golpe. Para empresas como a Brightspeed, o impacto pode ir além da interrupção de sistemas: inclui risco de acesso indevido a documentos, possíveis vazamentos de informações internas e danos à confiança de clientes e parceiros. Dica de prevenção: confirme a origem de links e arquivos antes de abrir, principalmente quando houver senso de urgência ou telas de erro suspeitas. Ative autenticação em duas etapas e restrinja o compartilhamento de arquivos na nuvem ao mínimo necessário, revisando permissões com frequência. No fim, casos como o investigado pela Brightspeed reforçam que ataques podem explorar comportamento humano e ferramentas do dia a dia. Para reduzir riscos com consistência, conheça os serviços da LC SEC: Pentest, Threat Intelligence com IA, Auditoria Interna, Conscientização, Plano Diretor de Segurança e SGSI (políticas/processos/procedimentos) em lcsec.io. Fonte: The CyberWire (https://thecyberwire.com/newsletters/daily-briefing/15/2)

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