O Banco Central está implementando ações para reduzir fraudes no Pix envolvendo contas de MEI. As medidas incluem bloqueios preventivos, rastreamento de CPF em operações fraudulentas e validação de...
O Banco Central está implementando ações para reduzir fraudes no Pix envolvendo contas de MEI. As medidas incluem bloqueios preventivos, rastreamento de CPF em operações fraudulentas e validação de dados na Receita Federal.
Fraudes no Pix têm sido uma preocupação crescente, especialmente envolvendo contas de microempreendedores individuais (MEIs). O Banco Central busca formas de aumentar a segurança e responsabilizar os usuários por transações indevidas.
Atualmente, as fraudes realizadas por MEIs identificam o CNPJ como fraudador. O Banco Central deseja habilitar o rastreamento do CPF responsável nas operações fraudulentas, permitindo uma responsabilização mais clara.
Além disso, está sendo analisada a aplicação de bloqueio cautelar em contas MEI, semelhante ao que já ocorre com contas de pessoas físicas em casos suspeitos de fraude.
Foram discutidas restrições para transações noturnas realizadas por MEIs, que podem estar associadas à responsabilização dupla de CPF e CNPJ. Medidas adicionais incluem a validação dos dados registrados na Receita Federal.
As novas propostas do Banco Central incluem a implementação de um "alerta de golpe" nas transações atípicas, bem como o aprimoramento do MED 2.0 (Mecanismo Especial de Devolução), com publicações e implementações previstas para meados de julho de 2025.
As principais medidas incluem o rastreamento do CPF associado a MEIs, a aplicação de bloqueios preventivos e a validação de dados na Receita Federal.
Mantenha seus dados atualizados, monitore transações atípicas e ative alertas de segurança oferecidos pelo seu banco.
O MED 2.0 é o Mecanismo Especial de Devolução, que será aprimorado para aumentar a segurança nas operações financeiras via Pix.
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