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Ataques de engenharia social nas empresas: por que 2026 será um ano crítico

Escrito por LC Sec | 27/01/2026 17:48:12

Os ataques de engenharia social nas empresas deixaram de ser uma ameaça pontual para se tornarem um dos maiores riscos à segurança da informação nos próximos anos. 

Em 2026, o cenário será ainda mais delicado, impulsionado pelo uso massivo de inteligência artificial, pelo trabalho híbrido e pela confiança excessiva em comunicações digitais. 

O foco dos atacantes não são apenas sistemas, mas pessoas e isso muda completamente o jogo da cibersegurança.

Os ataques de engenharia social nas empresas evoluíram com a tecnologia

Os ataques de engenharia social nas empresas já não se resumem a e-mails mal escritos ou telefonemas suspeitos. 

Hoje, os criminosos utilizam IA generativa, deepfakes e coleta avançada de dados públicos para criar abordagens extremamente convincentes.

O atacante estuda a empresa, entende a hierarquia, identifica rotinas e se passa por alguém confiável. Assim, a vítima sequer percebe que foi manipulada em muitos casos.

Alguns exemplos cada vez mais comuns incluem, por exemplo:

  • E-mails personalizados que imitam perfeitamente executivos;
  • Mensagens via WhatsApp ou Teams simulando fornecedores reais;
  • Áudios ou vídeos falsos com voz e imagem de gestores,
  • Falsos pedidos urgentes de pagamento ou mudança de dados bancários.


Mas o grande perigo está no fator humano. Afinal, mesmo empresas com boas ferramentas técnicas acabam vulneráveis quando colaboradores não estão preparados para reconhecer esse tipo de abordagem.

Por que 2026 será um divisor de águas para as empresas

O ano de 2026 tende a ser crítico porque vários fatores convergem ao mesmo tempo. A sofisticação dos ataques cresce mais rápido do que a maturidade das defesas humanas dentro das organizações.

Entre os principais motivos estão:

  • Popularização de IA acessível para cibercriminosos;
  • Aumento do trabalho remoto e híbrido;
  • Comunicação corporativa cada vez mais informal e digital,
  • Excesso de confiança em mensagens rápidas e urgentes.


Além disso, ataques de engenharia social nas empresas tendem a gerar impactos silenciosos. Afinal, nem sempre há um ransomware visível ou um sistema fora do ar. Muitas vezes, o prejuízo acontece sem alarde. Por exemplo:

  • Vazamento de dados estratégicos;
  • Transferências financeiras indevidas;
  • Comprometimento de contas privilegiadas,
  • Perda de credibilidade no mercado.


Por isso, em 2026, empresas que não se anteciparem estarão reagindo tarde demais.

Os impactos reais vão muito além do prejuízo financeiro

Quando falamos em ataques de engenharia social nas empresas, é comum pensar apenas em dinheiro. Mas os danos costumam ser bem mais profundos e duradouros.

Entre os principais impactos estão:

  • Quebra de confiança com clientes e parceiros;
  • Exposição de informações confidenciais;
  • Problemas jurídicos e regulatórios;
  • Danos à reputação da marca,
  • Clima interno de insegurança e desconfiança.


Um único colaborador enganado pode abrir caminho para uma crise que leva anos para ser reparada. Em mercados competitivos, a percepção de fragilidade na segurança da informação pode afastar contratos, investidores e oportunidades estratégicas.

Além disso, leis de proteção de dados exigem respostas rápidas e bem estruturadas. Sem preparo, a empresa sofre duas vezes: pelo ataque e pela má gestão do incidente.

Como as empresas podem se preparar desde agora

A boa notícia é que ataques de engenharia social nas empresas podem ser mitigados com estratégia, consciência e processos bem definidos. Não se trata apenas de tecnologia, mas de cultura organizacional.

Por isso, algumas ações essenciais incluem:

  • Programas contínuos de conscientização e treinamento;
  • Simulações realistas de phishing e fraudes internas;
  • Políticas claras de validação de pedidos sensíveis;
  • Monitoramento de comportamento e acessos,
  • Resposta a incidentes bem estruturada.


Outro ponto crucial é abandonar treinamentos genéricos e pontuais, pois a ameaça evolui rápido e a capacitação precisa acompanhar esse ritmo.

Afinal, quando as pessoas entendem como os ataques funcionam, elas deixam de ser o elo mais fraco e passam a ser parte ativa da defesa.


Ataques de engenharia social nas empresas: preparar pessoas é tão importante quanto proteger sistemas

Ataques de engenharia social nas empresas não são uma tendência futura, são uma realidade crescente e 2026 deixará isso ainda mais evidente. 

Mas não basta investir em ferramentas se as pessoas não estiverem preparadas para lidar com manipulação, urgência falsa e comunicações enganosas.

Nós, da LC Sec, acreditamos que segurança de verdade nasce da combinação entre tecnologia, processos e consciência humana. 

Atuamos há mais de uma década apoiando empresas em ambientes críticos, sempre com uma abordagem prática, acessível e orientada à realidade do negócio. 

Portanto, se a sua empresa quer fortalecer a defesa contra ataques que exploram confiança e comportamento, é hora de dar um passo à frente. 

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