Os ataques de ransomware e fraudes com inteligência artificial generativa estão em ascensão na Europa, de acordo com o relatório da Cyble. Os grupos de ransomware estão utilizando táticas automatiz...
Os ataques de ransomware e fraudes com inteligência artificial generativa estão em ascensão na Europa, de acordo com o relatório da Cyble. Os grupos de ransomware estão utilizando táticas automatizadas e sofisticadas, enquanto as fraudes exploram deepfakes. A proteção deve incluir políticas de segurança integradas e conscientização sobre engenharia social.
O relatório mais recente da Cyble sobre o panorama de ameaças cibernéticas na União Europeia em 2025 mostra um crescimento expressivo de ataques de ransomware, fraudes com inteligência artificial generativa e campanhas de espionagem digital patrocinadas por Estados. A Europa enfrenta uma das fases mais críticas de ciberataques da última década.
Grupos de ransomware como LockBit, BlackCat e Play estão liderando incidentes em setores como saúde, energia e finanças, utilizando táticas mais rápidas e automatizadas. Ao mesmo tempo, cresce o número de fraudes que exploram deepfakes de voz e vídeo, utilizadas para enganar executivos e autorizar transferências financeiras indevidas.
A Cyble destacou o aumento de operações de espionagem digital ligadas a grupos estatais da Rússia, China e Irã, focando em infraestrutura crítica e instituições governamentais. Esses ataques visam obter informações estratégicas e manipular sistemas.
Além disso, a sofisticação das ameaças à cadeia de suprimentos tem crescido, com criminosos comprometendo provedores de software ou serviços terceirizados para atingir alvos maiores. O relatório aponta que mais de 40% dos incidentes registrados na UE envolveram algum tipo de dependência externa explorada.
Dica de prevenção: Empresas europeias e brasileiras que mantêm operações ou parcerias com o bloco devem adotar políticas de segurança integradas, realizar pentests regulares, validar fornecedores e investir em detecção baseada em IA.
É essencial também conscientizar colaboradores para reconhecer golpes baseados em engenharia social e deepfakes.
Os grupos de ransomware mais ativos incluem LockBit, BlackCat e Play, que estão liderando incidentes em diversos setores.
As fraudes utilizam deepfakes de voz e vídeo para enganar executivos e autorizar transferências financeiras, causando prejuízos significativos.
A espionagem digital busca obter informações estratégicas e manipular sistemas de infraestrutura crítica e instituições governamentais.
É quando criminosos comprometem provedores de software ou serviços terceirizados para atingir alvos maiores, sendo responsável por mais de 40% dos incidentes na UE.
Implementando políticas de segurança robustas, realizando pentests, validando fornecedores e conscientizando sua equipe sobre riscos cibernéticos.
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