Panorama de ameaças cibernéticas na América Latina 2026

Conhecimento estratégico para decisões mais seguras

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A cibersegurança deixou de ser um tema exclusivamente técnico e passou a impactar diretamente decisões de negócio, governança, conformidade e continuidade operacional.

Para instituições financeiras, bancos e fintechs, acompanhar a evolução das ameaças é ainda mais importante. A expansão da economia digital na América Latina ampliou a superfície de exposição a ataques e criou novas oportunidades para grupos de ransomware, operadores de phishing, corretores de acessos comprometidos e vendedores de dados.

Panorama de Ameaças Cibernéticas na América Latina 2026

Uma leitura executiva para bancos, fintechs e instituições financeiras brasileiras.

O Brasil ocupa uma posição de destaque no cenário regional de ameaças cibernéticas. Entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026, 46,9% dos ataques de ransomware registrados na América Latina tiveram o Brasil como alvo primário, enquanto a atividade em dark web revela um mercado cada vez mais orientado à comercialização de dados e acessos comprometidos.

Neste panorama, a LC Sec apresenta uma visão consolidada das principais ameaças observadas na América Latina, dos perfis de adversários mais ativos e dos riscos que merecem atenção especial no setor financeiro.

O material analisa como ransomware, phishing, credenciais expostas, acessos RDP comprometidos e comercialização de dados contribuem para ampliar a superfície de ataque das organizações e por que o Brasil permanece entre os principais alvos da região.

Mais do que apresentar números, o panorama busca transformar inteligência sobre ameaças em informação útil para tomada de decisão, conectando o cenário observado no ambiente digital às prioridades de segurança das instituições financeiras.

O que você vai encontrar neste material:

  • Os principais números e tendências do cenário de ameaças cibernéticas na América Latina;
  • Por que o Brasil é um dos principais alvos de ransomware da região;
  • Como funciona o mercado de dados e acessos comprometidos na dark web;
  • Os perfis de adversários mais ativos, incluindo operadores de ransomware, IABs, phishing e vendedores de dados;
  • Os principais setores visados por campanhas de phishing e ataques cibernéticos;
  • Como credenciais expostas e acessos corporativos comprometidos podem ampliar os riscos;
  • Os principais pontos de atenção para bancos, fintechs e instituições financeiras;
  • Prioridades de segurança que podem contribuir para reduzir a exposição, incluindo MFA, monitoramento de dark web, proteção contra phishing, resiliência a ransomware, gestão de vulnerabilidades e conscientização.

Uma leitura executiva para entender o cenário, antecipar riscos e transformar inteligência de ameaças em ação.

Acesse o Panorama de Ameaças Cibernéticas na América Latina 2026 e tenha uma visão mais clara sobre os riscos que podem impactar o setor financeiro brasileiro.

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Números que mostram o tamanho do risco

  • Ransomware: o Brasil foi o alvo primário em 46,94% dos ataques registrados na América Latina, à frente do México (18,4%), da Costa Rica (10,2%) e do Panamá (8,2%).
  • Dark web: o Brasil lidera a atividade da região, com 6,68% do total, à frente do México (5,44%) e da Argentina (3,75%). Acessos RDP a empresas brasileiras chegam a ser vendidos por US$ 200.
  • Mercado de dados: 72,6% das ameaças na dark web envolvem dados e bases de dados, e 62,4% são vendas ativas.
  • Phishing: os setores mais visados são telecomunicações (20,4%), finanças (14,7%) e serviços de informação (11,7%). 73,4% das páginas falsas usam HTTPS, então o cadeado no navegador não basta como sinal de segurança.
  • Grupos mais ativos: Qilin, Akira (mais de 250 organizações atingidas e cerca de US$ 42 milhões arrecadados) e SafePay (265 vítimas).

Fonte dos dados: SOCRadar LATAM Threat Landscape Report 2026, de fevereiro de 2025 a fevereiro de 2026.

Perguntas frequentes

O Brasil é mesmo o principal alvo da região?

Sim. O país concentra quase metade dos ataques de ransomware da América Latina e lidera a atividade na dark web, onde acessos a empresas brasileiras são vendidos a preços baixos.

O que bancos e fintechs devem priorizar?

MFA, monitoramento de dark web, proteção contra phishing, resiliência a ransomware, gestão de vulnerabilidades com pentest e conscientização. Veja como a LC Sec apoia instituições financeiras e fintechs.

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