Golpes digitais estão mais “silenciosos” e difíceis de perceber. Novas famílias de programas maliciosos, como o VVS Stealer, mostram como criminosos usam ferramentas legítimas para esconder o que estão fazendo. Ao mesmo tempo, cresce o uso de infostealers, softwares feitos para roubar senhas e abrir caminho para novos ataques. Entender esse cenário é o primeiro passo para reduzir riscos no dia a dia, em casa e no trabalho.
O VVS Stealer é um malware criado em Python e divulgado em canais como o Telegram. O ponto de atenção é a forma como ele tenta “se camuflar”, dificultando a identificação por análises automáticas e por assinaturas tradicionais. Na prática, isso aumenta a chance de passar despercebido tempo suficiente para coletar informações valiosas, como credenciais salvas, dados do navegador e outros registros do usuário.
Infostealers não param no roubo de senhas. Pesquisas recentes indicam um ciclo perigoso: com logins obtidos de funcionários e sistemas, atacantes conseguem invadir sites e serviços legítimos de empresas e usá-los para hospedar arquivos maliciosos. Isso piora o problema, porque a vítima pode baixar algo perigoso a partir de um endereço “confiável”, sem desconfiar.
Embora spyware avançado não seja o ataque mais comum, a recomendação é manter hábitos de segurança sempre ativos. Celulares concentram e-mails, bancos e autenticação por aplicativo; se forem comprometidos, o impacto se espalha para contas pessoais e corporativas.
Ative autenticação em dois fatores e use senhas únicas, com um gerenciador confiável. Evite instalar apps fora das lojas oficiais e desconfie de arquivos e links recebidos por mensagem, mesmo quando parecem vir de contatos conhecidos.
No cenário atual, a defesa precisa combinar prevenção, visibilidade e resposta rápida. Para fortalecer sua proteção, conheça os serviços da LC SEC: Pentest, Threat Intelligence com IA, Auditoria Interna, Conscientização, Plano Diretor de Segurança e SGSI (políticas/processos/procedimentos). Saiba mais em lcsec.io