Quando uma empresa cresce, controlar quem acessa cada sistema vira uma questão de sobrevivência. É aí que entram o login único (SSO) e as permissões por função (RBAC). O problema é que muita gente implementa isso “no piloto automático” e abre brechas que podem causar bloqueios de acesso, confusão de permissões e até incidentes de segurança.
Uma análise recente sobre identidade corporativa chama atenção para um ponto prático: exigências de autenticação costumam travar negociações com grandes empresas, porque clientes corporativos querem integração simples, regras claras e auditoria. Se a identidade digital é mal planejada, o time perde tempo, aumenta o retrabalho e acumula riscos.
Ao mesmo tempo, alertas publicados sobre vulnerabilidades em softwares e sistemas mostram como falhas podem surgir em componentes amplamente usados. Atualizações críticas do QNAP QTS/QuTS hero incluem problemas que podem permitir ataque remoto, como estouro de memória e falhas que derrubam serviços. Em outro caso, o PluXml teve uma falha grave com exploração disponível, relacionada ao envio de dados maliciosos que podem levar a execução indevida no servidor. A mensagem é simples: acesso e permissões não vivem separados da rotina de correções e atualizações.
Dica de prevenção: revise trimestralmente quem acessa o quê e elimine contas e permissões que não fazem sentido. Em paralelo, mantenha um ciclo de atualização: correções primeiro para sistemas expostos à internet e para os que guardam dados sensíveis.
No fim, identidade corporativa bem feita é mais do que “ter SSO”: é garantir acesso seguro, simples e auditável, junto com manutenção contínua. Se você quer colocar isso em prática, conheça os serviços da LC SEC: Pentest, Threat Intelligence com IA, Auditoria Interna, Conscientização, Plano Diretor de Segurança e SGSI (políticas/processos/procedimentos). Saiba mais em lcsec.io
Fontes