A segurança cibernética não se limita a ameaças externas; riscos internos também são uma preocupação crescente. Para mitigar esses riscos, é essencial implementar controles de acesso, manter sistem...
A segurança cibernética não se limita a ameaças externas; riscos internos também são uma preocupação crescente. Para mitigar esses riscos, é essencial implementar controles de acesso, manter sistemas atualizados e monitorar atividades suspeitas.
Um caso recente envolvendo o grupo de ransomware ALPHV/BlackCat chamou atenção por um motivo incômodo: dois profissionais de cibersegurança nos EUA admitiram participação como afiliados do esquema. O episódio expõe o chamado “risco interno”: pessoas com acesso e conhecimento podem usar isso para causar dano, facilitar invasões ou ocultar atividades.
Isso não significa desconfiar de todos, mas sim criar controles básicos para que nenhum usuário tenha poder “ilimitado” e para que ações importantes fiquem registradas e revisadas.
A divulgação de falhas como as CVEs ligadas ao n8n e ao Moodle mostra como brechas em softwares podem abrir caminho para invasores tomarem controle de sistemas, roubar dados ou instalar malware. Mesmo quando o detalhe técnico não é público, o recado é o mesmo: falhas surgem o tempo todo e quem corrige primeiro reduz o impacto.
Para empresas e órgãos, isso se traduz em três frentes práticas:
Dica de prevenção: faça hoje um inventário simples: quais sistemas são essenciais e quem acessa cada um. Em seguida, ative autenticação em duas etapas e revise contas antigas ou sem uso.
No fim, segurança é consistência: reduzir privilégios, corrigir falhas e detectar sinais cedo.
Os principais riscos internos incluem acesso não autorizado, uso indevido de informações e ações mal-intencionadas por funcionários ou colaboradores.
Identificar um risco interno pode ser feito através de auditorias regulares, monitoramento de acesso e análise de comportamentos suspeitos.
Manter sistemas atualizados é crucial para corrigir vulnerabilidades conhecidas e proteger a empresa contra invasões e ataques cibernéticos.
Autenticação em duas etapas é um método de segurança que requer duas formas de verificação antes que o acesso a um sistema seja concedido, aumentando a proteção contra acessos não autorizados.
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Fontes