Um levantamento revelou que 70% dos executivos de bancos no Brasil esperam um aumento nos ataques cibernéticos devido à inteligência artificial. O país concentra 38% dos ataques na América Latina, ...
Um levantamento revelou que 70% dos executivos de bancos no Brasil esperam um aumento nos ataques cibernéticos devido à inteligência artificial. O país concentra 38% dos ataques na América Latina, com custos médios de violação de dados de US$ 6 milhões. Bancos devem reforçar suas defesas, investindo em IA e treinando equipes para reconhecer novas ameaças.
Um levantamento da Marsh, divulgado pela Folha de S.Paulo, revela que aproximadamente 70% dos executivos de bancos e instituições financeiras no Brasil esperam um aumento no volume de ataques cibernéticos devido ao avanço da inteligência artificial. O uso malicioso de ferramentas de IA preocupou líderes do setor financeiro, que já enfrentam desafios constantes no ambiente digital.
A IA traz benefícios operacionais, como automação de processos e análise de transações em tempo real. No entanto, hackers também se beneficiam dessas tecnologias para criar phishing altamente personalizados e gerar malware mais sofisticado, acelerando ataques com eficiência antes atribuída apenas a agentes humanos.
O Brasil concentra 38% dos casos de ataques no total de 262 incidentes registrados em 2024 na América Latina, seguido por México (16%) e Argentina (10%). O custo médio de uma violação de dados no setor financeiro chegou a US$ 6 milhões, frequentemente iniciada por acesso não autorizado via malware instalado por funcionários.
Para enfrentar essa ameaça, bancos precisam reforçar sua capacidade de defesa. Algumas estratégias recomendadas incluem:
A adoção de autenticação multifator, criptografia de dados em repouso e protocolos rigorosos de monitoramento são essenciais para mitigar riscos.
A combinação de IA ofensiva e defensiva, aliada a processos robustos, pode colocar os bancos em posição de vantagem. No entanto, isso exige liderança, investimento contínuo e visão estratégica. Apesar de grandes investimentos, pequenas instituições também podem adotar inteligência artificial defensiva em camadas, unindo ferramentas automatizadas, monitoramento em tempo real e treinamento especializado para equipes.
Os principais riscos incluem phishing altamente personalizados e malware mais sofisticado que pode explorar vulnerabilidades nas instituições financeiras.
Os bancos devem investir em IA defensiva, treinar suas equipes, fortalecer a governança de fornecedores e realizar testes de invasão periódicos.
O custo médio de uma violação de dados no setor financeiro chegou a US$ 6 milhões, impactando severamente as operações das instituições.
Sim, a inteligência artificial pode ser utilizada para detectar anomalias e bloquear acessos suspeitos, tornando-se uma ferramenta essencial na cibersegurança.
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