Como a ONU prepara-se contra ciberataques em emergências de saúde
A ONU, por meio da OMS, enfrenta ciberataques durante emergências de saúde com estratégias que incluem simulações, combate à desinformação e proteção a países com infraestrutura frágil. A preparaçã...
Resumo rapido
A ONU, por meio da OMS, enfrenta ciberataques durante emergências de saúde com estratégias que incluem simulações, combate à desinformação e proteção a países com infraestrutura frágil. A preparação contínua é essencial para garantir a segurança digital em crises.
Neste artigo voce vai aprender:
- Como ocorrem picos de ataques cibernéticos em emergências de saúde.
- A importância de simulações para identificar falhas na resposta a incidentes.
- As estratégias de combate à desinformação durante crises.
- A proteção implementada em países com infraestrutura frágil.
- Dicas de prevenção para melhorar a segurança digital.
O que são ciberataques em emergências de saúde
Em contexto de crises globais de saúde, como pandemias, as organizações enfrentam não apenas desafios médicos, mas também ciberameaças sofisticadas. A entrevista recente com Flavio Aggio, CISO da Organização Mundial da Saúde (OMS), destaca esse cenário e reforça a fragilidade das operações digitais em momentos críticos.
Como funciona
- Picos de ataques durante emergências
- Em momentos como a pandemia de COVID‑19, houve aumento significativo em golpes de phishing, ransomware e campanhas de desinformação — alguns direcionados a pesquisas de vacinas e à confiança pública.
- A OMS remove sites falsos, emite alertas e protege o compartilhamento de dados com parceiros globais.
- Simulações como estratégia de prevenção
- Exercícios integrados simulam invasões reais, revelando falhas especialmente nos processos de decisão e contenção.
- O cenário típico envolve uma infiltração seguida de acesso a redes, análise forense e resposta de comunicação. A demora para decidir isolar sistemas mostrou-se mais prejudicial que o ataque em si.
- Combate à desinformação
- Phishers criam e amplificam mensagens falsas sobre sistemas comprometidos ou números fictícios da pandemia.
- A resposta é multidimensional: derrubada de sites falsos, parcerias com plataformas de risco digital e orientações ao público sobre canais oficiais.
- Proteção em países com infraestrutura frágil
- São utilizados criptografia rigorosa, controle de acesso por segmento e suporte técnico a regiões vulneráveis.
- O acesso é restrito conforme o nível de risco e há treinamentos para conscientização dos parceiros.
O que fazer agora / Como se proteger
Dica de prevenção: Crie e teste regularmente simulações de ciberincidentes no estilo "table-top exercises". Essas práticas expõem gargalos nos processos, aceleram decisões de isolamento e comunicação, e preparam equipes para responder rapidamente sob pressão.
Perguntas frequentes
Quais são os principais tipos de ciberataques durante emergências de saúde?
Os principais tipos incluem phishing, ransomware e campanhas de desinformação direcionadas a informações críticas sobre saúde.
Como a OMS reage a ciberataques?
A OMS remove sites falsos, emite alertas e protege o compartilhamento de dados com parceiros globais para mitigar os riscos de cibersegurança.
Por que simulações são importantes?
Simulações ajudam a identificar falhas nos processos de decisão e resposta, permitindo uma melhor preparação para ataques reais.
Como combater a desinformação em emergências de saúde?
Combater a desinformação requer derrubada de sites falsos, parcerias com plataformas digitais e educação do público sobre fontes oficiais.
Quais medidas são tomadas em países com infraestrutura frágil?
Medidas incluem criptografia rigorosa, controle de acesso segmentado e treinamentos para conscientização dos parceiros.
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