As notícias mais recentes mostram dois movimentos que andam juntos no mundo digital: a atuação de grupos de ransomware e a descoberta de falhas críticas em softwares usados por empresas. Em um caso, profissionais de cibersegurança nos EUA assumiram culpa por envolvimento em ataques ligados ao BlackCat/ALPHV. Em outro, alertas públicos destacaram vulnerabilidades graves em soluções industriais, serviços de VPN e um plugin popular de WordPress.
Quando pessoas com conhecimento técnico participam de ataques, fica claro que o crime digital não depende apenas de “hackers de fora”. Muitas vezes, existe ajuda interna, acesso privilegiado ou uso de experiência profissional para burlar controles. Para empresas, isso reforça a necessidade de regras claras de acesso, rastreabilidade e revisão constante de permissões, especialmente em ambientes críticos.
Além do ransomware, foram divulgadas falhas consideradas críticas em produtos da Nuvation Energy e em um plugin de WordPress voltado a datas de entrega no WooCommerce. Na prática, esse tipo de problema pode permitir desde o uso indevido de credenciais até acessos não autorizados. Mesmo quando “ainda não existe exploit”, o tempo entre a divulgação e o uso por criminosos pode ser curto.
Crie uma rotina mensal de atualização e revisão de acessos, priorizando sistemas que ficam expostos na internet (VPN, portais e WordPress). E valide se backups estão funcionando com testes simples de restauração, não apenas “existindo”.
No geral, os casos reforçam que segurança é um conjunto: pessoas, processos e tecnologia. Se você quer reduzir a chance de interrupção por ransomware e falhas críticas, conheça os serviços da LC SEC: Pentest, Threat Intelligence com IA, Auditoria Interna, Conscientização, Plano Diretor de Segurança e SGSI (políticas/processos/procedimentos). Acesse lcsec.io
Fontes